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Descobrir Leiria

"Quando não se tem aquilo que se gosta, é necessário gostar-se daquilo que se tem" Eça de Queiroz

"Quando não se tem aquilo que se gosta, é necessário gostar-se daquilo que se tem" Eça de Queiroz

Programa - Leiria Medieval 2019

Quinta-Feira, 18 de Julho:

20h00 | Abertura do Mercado Medieval
Thorsten, o Bobo da Corte, abre até portas que não existem
Praça de São Martinho
21h00 | Espada Lusitana: Demonstração D’Armas
Terreiro Real
22h00 | Chegada d’el Rei D. João I
“Uma vila que se vai renovando: Um Alcaide que sai, um Alcaide que entra”
Cortejo no caminho para o Terreiro Real
22h30 | Folguedos
Terreiro Real
23h00 | Recolhimento

Sexta-Feira, 19 de Julho:

20h00 | Abertura do Mercado Medieval
Teatro em Caixa
Praça de São Martinho
21h00 | Oficina de escrita medieval
Moinho do Papel
21h30 | CaosArte: Concerto de música de outros tempos
Moinho do Papel
22h30 | A Corte desce ao Terreiro
Cortejo no caminho para o Terreiro Real
Queixas e pedidos dos Leirienses a el Rei
Terreiro Real
23h30 | Folguedos
Terreiro Real
02h00 | Recolhimento

Sábado, 20 de Julho:

13h00 | Abertura do Mercado Medieval
Teatro em Caixa
Praça de São Martinho
14h00 | Teatro em Caixa
Praça de São Martinho
15h30 | Oficina de escrita medieval
Moinho do Papel
16h00 | CaosArte: Concerto de música de outros tempos
Moinho do Papel
17h00 | ArtFalco: Oficina de falcoaria
Terreiro Real
17h15 | LaKadarma: Espicha Asturiana – o povo em festa
Canavial
17h30 | Oficina de escrita medieval
Moinho do Papel
18h00 | CaosArte: Concerto de música de outros tempos
Moinho do Papel
18h30 | Danças e folguedos pelos Meninos e Meninas do Monte
Terreiro Real
19h00 | Marimbondo
Canavial
19h30 | Lôa Trovadoresca: Concerto
Canavial
20h00 | Exercícios de Destreza Física
Terreiro Real
21h30 | Capela Gregoriana Psalterium: Concerto de Canto Gregoriano
Centro de Diálogo Intercultural de Leiria – Igreja da Misericórdia
22h30 | Cortejo Real
“Um moinho novo, uma vila nova: Sentenças d’el Rei sobre queixas e pedidos”
Terreiro Real
23h30 | Folguedos
Terreiro Real
02h00 | Recolhimento

Domingo, 21 de Julho:

13h00 | Abertura do Mercado Medieval
15h30 | Oficina de escrita medieval
Moinho do Papel
16h00 | CaosArte: Concerto de música de outros tempos
Moinho do Papel
17h00 | Espada Lusitana: Demonstração D’Armas
Terreiro Real
17h30 | ArtFalco: Voo de aves
Terreiro Real
18h30 | Encerrado para Obras: Música
Canavial
19h00 | Exercícios de Destreza Física
Terreiro Real
19h30 | 
Danças Romani
Canavial
21h30 | Thornsten, o Bobo da Corte: um espetáculo!
Terreiro Real
22h00 | Partida da Corte Real
22h30 | Folguedos
Terreiro Real
23h00 | Recolhimento

Mapa:

Visite Leiria -

Fonte: Visite Leiria

Boas Descobertas!!!

Mercado Medieval, em Leiria

O rei D. João I e o seu séquito assentam arraiais em Leiria de 22 a 24 de julho, para mais uma edição do Mercado Medieval que transporta a cidade para 1385, ano em que El Rey inicia a peregrinação a Santa Maria em Guimarães, em agradecimento pela vitória na batalha de Aljubarrota contra os castelhanos.


A passagem do monarca por Leiria fica marcada pela proclamação do perdão a todos os portugueses que contra ele combateram, um gesto de grande inteligência que acalma ansiedades e retira força a eventuais gestos de contestação futura.


É este o ambiente que se vai viver durante três dias em Leiria, que aclama, com uma grande festa, a chegada de D. João I, onde os visitantes poderão conviver com os personagens que constituíam a corte e habitavam na região naquela época.


Um salto no tempo que conta com a participação de centenas de figurantes, a quem cabe a missão de dar vida a cerca de meia centena de iniciativas, num programa que não se confina às muralhas do castelo, mas desce à cidade e vem ao encontro dos leirienses.


Os visitantes são desafiados eles próprios a encarnarem personagens daqueles tempos, da cabeça aos pés. Além do aluguer de trajes, é ainda possível usar penteados com história. Duas formas de encarnarem melhor a vivência medieval que vão ficar disponíveis no Largo de S. Pedro, já bem perto do castelo.

O programa
Vestidos ou não a rigor, os visitantes são convidados a prestarem vassalagem no dia 22, a partir das 20:45, na Praça Rodrigues Lobo, onde chegarão D. João I e o seu cortejo, que sobe em direcção ao castelo, onde o programa segue noite dentro.
No sábado, a cidade acorda em festa com a ilustre visita, e, durante a tarde, a partir das 15:30, sucedem-se as iniciativas (ver programai), na cidade e no castelo.
Teatro, combate de bombos, tiro com arco, taberneiros, meretrizes, espectáculo de fogo, demonstrações de armas, cetraria e uma ceia medieval são os destaques.
No domingo, a festa continua a partir das 15:30, para mais uma tarde de festa, a prepara a despedida a D. João I, que parte, às 18:30.
Os bilhetes para um dia têm o custo de 3,50 euros, sendo de 8 para os três dias (entrada gratuita para crianças até aos 10 anos, inclusive). Locais de venda: Teatro José Lúcio da Silva, Teatro Miguel Franco e Castelo de Leiria. Venda online: www.teatrojlsilva.pt

Mapa:

http://www.cm-leiria.pt/uploads/writer_file/document/2150/15_MERCADO_MEDIEVAL_MAPA_1400x850_s_.pdf

Programa:

http://www.cm-leiria.pt/uploads/writer_file/document/2141/Programa_Mercado_Medieval.pdf

Rota d'O Crime Padre Amaro está de regresso

A Rota d’O Crime do Padre Amaro regressa a Leiria no próximo sábado, dia 11 de junho, às 10:30, com a participação de Dulcelina Santos, estudiosa desta obra de Eça de Queirós.

Nesta iniciativa, integrada na programação cultural da Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, os participantes são convidados a percorrer algumas ruas da Leiria dos finais do século XIX, onde se desenrolou a história do amor proibido entre Amaro e Amélia, trama do romance “O Crime do Padre Amaro”, de Eça de Queiroz.

Com ponto de partida na Praça Rodrigues Lobo, a visita guiada tem a duração mínima de uma hora e inclui leitura de passagens do livro e a contextualização histórica dos locais referidos na obra.

Para esta edição, foi convidada pelo Município de Leiria Dulcelina Santos, professora do ensino secundário e estudiosa desta obra de Eça de Queirós, tendo publicado artigos na imprensa local, assim como proferido palestras e ações de formação sobre a temática Leiria, Eça de Queirós e “O Crime do Padre Amaro”.

Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas - Estudos Portugueses e Franceses, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, Dulcelina Santos possui um Mestrado em Linguística Geral, pela mesma Universidade.

Para além da sua experiência profissional como docente de Português e Francês, no Ensino Secundário e no Curso de Especialização Tecnológica, no ISLA, Dulcelina Santos tem realizado em escolas e outras instituições acções de formação sobre a temática Leiria, Eça de Queirós e “O Crime do Padre Amaro”.

Dulcelina Santos é autora de vários textos, nomeadamente “Prestígio Linguístico e Ensino da Língua Materna” (2002), “Leiria n’O Crime do Padre Amaro – Do Espaço Romanesco ao Espaço Real”, in Jornal de Leiria, Suplemento Queirosiano (2000), “A criatividade lexical em Varanda de Frangipani, de Mia Couto” (F.L.U.C., 1997), para além de várias participações esporádicas com artigos de opinião e outros textos da sua autoria, em diversos jornais e revistas.

Para mais informações sobre a rota contacte a Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira | tel. 244 839 666 | biblioteca.municipal@cm-leiria.pt

Rota padre amaro 1 675 2500

 

Fonte: Município de Leiria

Boas Descobertas!!!

Leiria Drone Race World Cup

Os melhores pilotos nacionais e internacionais vão disputar, dias 10 e 11 em Leiria, a primeira corrida de Drones da Taça do Mundo que será realizada em Portugal, um evento organizado pelo Caliz - Clube de Aeromodelismo do Liz em parceria com o Município de Leiria e a comunidade on-line FPV Portugal.


O evento promete transformar o Estádio de Leiria numa verdadeira pista de velocidade, onde o publico poderá acompanhar as imagens visualizadas pelos pilotos em ecrãs gigantes.
A Leiria Drone Race World Cup tem a novidade de ser transmitida em direto através da Internet, que permitirá a milhões de utilizadores acompanharem a corrida, estando previstas diversas actividades como ‘night race’, ‘day race’, ‘free style’, encontro de drones e exposição.


O acesso ao publico é gratuito.
No primeiro dia, 10 de junho, as atividades começam às 9:00 com treinos livres. Às 16h00 começa o frestyle e às 21:00 o night race. No dia 11, as atividades têm início às 09:00 e decorrem até às 20:00.
Mais informações em www.racing.fpvpt.com

Drone1 1 675 2500

Fonte: Município de Leiria

Boas Descobertas!!!

 

Omnichord Records premiada na Europa

Editora de Leiria entre as 15 novas labels mais inspiradoras. Prémio entregue em Cannes.

O prémio 5 Under 15, entregue pela associação Impala, premiou uma única editora independente em Portugal: a Omnichord Records, de Leiria, que figura assim entre as novas labels mais interessantes e inspiradoras na Europa, na opinião do júri.

O galardão Young Label Spotlight foi entregue em Cannes, no fim-de-semana passado, durante o evento Midem, à editora fundada há quatro anos por Hugo Ferreira (na foto) e João Santos.

Ao comemorar o seu 15º aniversário, a maior associação de música independente da Europa, a Impala, nomeou, ao longo de três meses, cinco editoras por mês, uma iniciativa pioneira para, como a própria Impala justifica, "reconhecer as jovens editoras europeias mais inspiradoras".

Desse lote, onde estão a espanhola Canada Editorial (El Guincho, Mujeres ou Punsetes), a alemã Monkeytown Records (que lança, entre outros Moderat, Mouse On Mars ou Omar Souleyman), a editora de musica electrónica holandesa Armada Music ou a belga Eskimo Recordins (onde militam os Chromeo, por exemplo), foram escolhidas quatro para o Midem, em França. Incluindo a Ommnichord Records, que aproveitou para apresentar experiências e expectativas.

Na opinião de Hugo Ferreira, esta distinção pela Impala não traz nada, de forma directa, à editora leiriense, mas, "pode abrir algumas portas", tanto "lá fora como cá dentro". Certo é que será necessário "continuar a trabalhar" em prol da música leiriense. De resto, o júri valorizou "a especificidade da editora", por ser local e cobrir "muitos géneros diferentes", acredita Hugo Ferreira.

Iniciada em 2012 com a estreia em disco dos Nice Weather For Ducks, a Omnichord Records tem editado e representado projectos musicais da região de Leiria como First Breath After Coma, Nice Weather For Ducks, Les Crazy Coconuts, André Barros, Surma, Whales, Twin Transisitors, Few Fingers, Born A Lion, Bússola e The Allstar Project.

Nos últimos dois meses editou três discos ( "Love Is You And Me Under The Night Sky" para os Nice Weather For Ducks, "Drifter" para os First Breath After Coma e "Sun Of Wolves" para os Twin Transistors) e ainda estreou singles para dois nomes acabados de chegar ao mercado (Surma e Whales).

Omnichord Records premiada na Europa

Fonte: Jornal de Leiria

Boas Descobertas!!!

Museu de Leiria venceu "Prémio de Melhor Trabalho sobre Museografia"

A Câmara de Leiria anunciou em comunicado que o Museu de Leiria recebeu esta sexta-feira o prémio de Melhor Trabalho sobre Museografia.

A cerimónia de atribuição dos Prémios Nacionais de Museologia 2016, organizados pela  Associação Portuguesa de Museologia (APOM), aconteceu no Museu do Dinheiro, em Lisboa. 

Além desta distinção, o espaço obteve ainda uma menção honrosa no prémio de  Melhor Museu, tendo recebido grandes elogios na cerimónia. 

Segundo o vereador da Cultura da Câmara Municipal de Leiria, Gonçalo Lopes, este prémio  constitui “um orgulho enorme e grande estímulo para Leiria”. 

Refira-se que os galardões são atribuídos pela APOM, fundada em 1965, para incentivar o  espírito de preservação e divulgação do património dos museus.  I

Inaugurado a 15 de Novembro de 2015, o Museu de Leiria, que já recebeu mais de 10 mil  visitantes, propõe uma viagem à memória de um território e seus habitantes, através da  exposição de uma vasta e diversificada colecção que tem vindo a ser recolhida desde há uma  mais de uma centena de anos e onde se pode encontrar o acervo do antigo Museu Regional  de Obras de Arte, Arqueologia e Numismática de Leiria, criado a 17 de Novembro de 1917,  mas também as coleções artísticas municipais e a reserva arqueológica.

O Museu de Leiria  oferece ainda várias exposições temporárias, que ocupam diversas áreas do edifício histórico  que faz também ele parte da história de Leiria. 

Exposições patentes  Exposição de longa duração: Identidade e Território (permite ao visitante uma leitura geral  da história do território e da evolução da ocupação humana, através da exposição de objectos  paleontológicos e arqueológicos de vários sítios, esculturas de épocas distintas, pintura e  arte sacra de época moderna, artes decorativas, pintura de época contemporânea e  elementos gráficos que evocam alguns artistas contemporâneos, tais como Alex Gaspar e Sérgio  Luís e seu irmão Guy Fernandes.

Culmina com um filme em que se pensa o museu e se tece  uma teia com o território de Leiria. 

- Exposição temporária: Castelo de Leiria: construções de um lugar (patente até 31 de  Dezembro de 2016, é constituída por achados arqueológicos resultantes dos trabalhos de  arqueologia realizados no morro do Castelo de Leiria, e que permitem estudar e explicar a  evolução daquele espaço e a ocupação humana ali existente ao longo dos tempos). 

- Exposição temporária: 4 Estações em Santo Agostinho - Estação 1 - Pedro Brito (até 15 de  Julho de 2016, esta exposição é composta por um conjunto de desenhos resultantes da  residência artística do aluno da ESAD.CR - Pedro Brito) 

- Exposição temporária: Animais Nossos Amigos - Dos versos de Afonso Lopes Vieira aos  animais de Pedro Anjos Teixeira (até 2 de Outubro de 2016, esta exposição permite ao  visitante fazer uma leitura cruzada entre a obra literária de Afonso Lopes Vieira;

- Animais  Nossos Amigos; e as esculturas de animais, da autoria de Pedro Anjos Teixeira, que  constituíram a colecção desenhada para o Jardim Afonso Lopes Vieira.

Fonte: Jornal de Leiria

Festival A Porta

O Festival A Porta acontece, em Leiria, de 1 a 5 de Junho, e junta 14 oficinas para crianças a 18 bandas, propõe encher 1100 metros quadrados de paredes com obras de mais de 30 artistas plásticos, organiza uma Feira Bandida e jantares temáticos, entre muitas outras actividades, no centro histórico de Leiria.

Conhece o senhor Pereira, a dona Felismina, o senhor António da oficina, o senhor Ferreira, o Fernando, das Motas& Trino, a dona Preciosa, a Paula e a Olívia? Não?

Nós apresentamos os visados: são alguns dos nomes dos resistentes que, teimosamente, se mantêm de portas abertas ou a habitar na rua direita (rua Barão de Viamonte) e centro histórico de Leiria.

De certo modo, foram eles o motivo de inspiração, para a realização do Festival A Porta, organizado pelo colectivo Meia-Dúzia e Meia de Gatos Pingados, que, entre 1 e 5 de Junho, junta 14 oficinas para crianças a 18 bandas, propõe encher 1100 metros quadrados das paredes da “casa plástica”, com obras de vídeo, performance, ilustração, pintura, mural entre outros, de mais de 30 artistas plásticos, organiza uma Feira Bandidae jantares temáticos, entre muitas outras actividades.

Este evento tem como objectivos fomentar a união entre quem vive no centro histórico de Leiria e ainda levar nova vida para as zonas que foram já o coração da cidade, contrariando o que aconteceu noutros centros urbanos que perderam população, comércio, serviços e importância e até o espírito de comunidade.

Quanto ao senhor Pereira, à dona Felismina, ao senhor António e aos restantes habitantes vai poder conhecê-los quando A Porta abrir… portas. A ideia original para a criação de uma festival multidisciplinar foi do artista Gui Garrido há cerca de dois anos, quando voltou à cidade onde nasceu e cresceu, e viu o estado de degradação do centro histórico.

Uma Praça Rodrigues Lobo que, todos os vida respira, buliciosa de vida, e contrasta com as ruas laterais atulhadas de casas, vazias de gente, de conversas e de comércio. Os serviços foram retirados, as lojas mais importantes fecharam portas e as fachadas degradaramse, mostrando feias rugas e cobrindo-se de pó.

Era preciso fazer alguma coisa que servisse de faísca para atear um fogo que aquecesse aqueles lares abandonados e edifício de janelas cegas e paredes desdentadas de portas. E foi uma Porta a ideia que se formou na cabeça de Gui.

Falou com várias pessoas, juntou um grupo de voluntários e, juntos, chamaram a si a missão de encher de vida a rua que já foi a mais importante da cidade e fazê-la readquirir, nem que fosse por algumas horas apenas, a sua antiga glória. Em Junho, acontece a segunda Porta.

Festival multidisciplinar
O festival começa na quarta-feira, dia 1, com jantares temáticos para desconhecidos, em casa de desconhecidos e concertos privados a encerrar a noite, terminando no domingo, com um mega-piquenique, com direito a assadores para as famílias, yoga, um bicipaper, canoagem nas margens do parque do avião (Parque tenente-coronel Jaime Filipe da Fonseca), e até um pequeno circo da Companhia Bipolar, entre muitas outras actividades, pensadas para promover o usufruto de um dos poucos parques de Leiria na companhia da família.

Aliás, pegar no telefone ou ir à página de Facebook do festival e marcar um jantar uzbequistanês, italiano, brasileiro ou bielorrusso, na casa de um estranho, abrindo uma "porta" para outras culturas, é um dos aspectos mais inusitados dos primeiros dias do festival.

Numa linha que parte da rua direita, passa pela Praça Rodrigues Lobo e Jardim Luís de Camões e termina no parque do avião, A Porta oferece um grande conjunto de ofertas multidisciplinares. Por exemplo, haverá, alunos chineses do curso de Chinês-Português do Instituto Politécnico de Leiria (IPL), a ensinar a usar pauzinhos para comer, a animar uma cerimónia do chá, a demonstrar tai-chi e a confeccionar gastronomia chinesa que jamais encontrará num restaurante. Uma verdadeira... Portapara a China.

Fonte: Jornal de Leiria

1923 Viagem à Leiria moderna

A cidade de Leiria vai ligar a máquina do tempo nos dias 28 e 29 de maio e recuar até 1923 numa viagem à Leiria Moderna, uma recriação histórica desenhada a partir do olhar de quatro “modernistas” leirienses.

São nossos anfitriões nesta viagem, que irá percorrer o centro histórico da cidade de Leiria, do Largo do Papa Paulo VI ao Jardim Luís de Camões, passando pela Fonte Luminosa/Rua Francelino Pimentel, Mercado de Sant’Ana, Praça Rodrigues Lobo e Largo 5 de Outubro de 1910, Narciso Costa, Lino António, António Varela e Luís Fernandes, quatro homens das artes com espírito cosmopolita que coabitaram numa Leiria profundamente rural.

Narciso Costa, o mestre, era cinzelador e muito bom desenhador, influenciado pelas vivências do seu tempo de estudante na Suíça e das temporadas passadas em Paris.

Lino António, pintor, haveria de fazer a vida a pintar, num percurso muito produtivo, de que se destacam os painéis da Assembleia da República e inúmeros quadros espalhados pelas câmaras municipais.

António Varela, um jovem que haveria de ser arquitecto, foi um dos impulsionadores iniciais da "escola do Porto".

Fecha o quarteto Luís Fernandes, escultor, autor de obras muito valorizadas à época, de que são exemplo os monumentos da Grande Guerra.

A ligação destes quatro personagens principais da recriação histórica está “documentada” num quadro chamado "Nós", do espólio do Museu de Leiria, datado de 1923, pintado por Lino António, que retrata os quatro "modernistas" ligados a Leiria que de forma diversa fizeram o seu percurso ao longo do século XX.

Dão vida a esta recriação histórica, uma iniciativa da Câmara Municipal de Leiria, Associação de Folclore da Região de Leiria – Alta Estremadura - e da União de Freguesias de Leiria, Pousos, Barreira e Cortes, 19 ranchos do concelho, cinco grupos de teatro, duas escolas de dança, e uma orquestra de jazz, numa programação que conta ainda com a participação de animais amestrados, e uma exposição de veículos de época.

A iniciativa, que vai na sua terceira edição, divide-se em dois núcleos centrais, o primeiro (mais diurno) à entrada da Praça Rodrigues Lobo, com um atelier onde vão estar representações do trabalho dos quatro artistas e pintores a pintar, e o segundo no Mercado de Sant’Ana (mais nocturno), onde funcionará uma espécie de cabaré animado por um grupo de teatro local, espaço onde se abrigam as danças, uma tasca, música, e um filme da época.

No menu deste evento, que decorre dia 28 entre as 14:00 e as 24:00 e 29 entre as 13:00 e as 20:00, há ainda gastronomia (uma casa de pasto, um bar, três fornos para pão com chouriço, sete tabernas), artesanato, mercados hortícolas, atelier “Nós Modernistas”, cabaret, exposição de veículos de época, uma quinta com plantas e animais, animação permanente (teatro e dança) e projecção de filme de época.

Leiria moderna 1 675 2500

 

Fonte: Município de Leiria

Boas Descobertas!!!

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