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Descobrir Leiria

"Quando não se tem aquilo que se gosta, é necessário gostar-se daquilo que se tem" Eça de Queiroz

"Quando não se tem aquilo que se gosta, é necessário gostar-se daquilo que se tem" Eça de Queiroz

Nova casa

Olá Boa Tarde,

 

A partir de hoje estamos nesta nova casa, esperemos que nos continuem a visitar.

 

Obrigada.

 

Boas Descobertas!!!

Casar no Castelo de Porto de Mós

A arquitectura, a fazer lembrar um palácio de princesas, e a localização são dois dos atractivos do castelo de Porto de Mós, que fazem com que o monumento seja, cada vez mais procurado, para a celebração de casamentos.
Nos últimos quatro anos, já foram realizadas bodas no local, tendo recentemente sido autorizada mais uma cerimónia, marcada para o final do ano. O preço pela ocupação do espaço varia entre os 45 euros por hora e os 501 euros por dia, com os noivos a comprometerem-se a manter o monumento aberto à visita de turistas durante a boda.
“De facto, a procura do castelo para este tipo de eventos tem sido crescente. Cada pedido é analisado e votado em reunião de câmara, para evitar modelos discricionários”, explica Albino Januário, vice-presidente da câmara e responsável pelo pelouro da Cultura, que considera que se trata de um uso “compatível com a natureza do monumento, que pode trazer benefícios para o turismo do concelho”.
Sinta-se uma verdadeira princesa no seu Castelo, aproveite a oportunidade de fazer do seu dia o mais feliz da sua vida!!!
Fonte: Jornal de Leiria


Os Premiados na Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais

Queijinhos do Céu, da Pastelaria Alcôa, de Alcobaça, e o Licor de Singeverga, do Mosteiro de Singeverga, de Roriz, foram os vencedores dos concursos para Melhor Doce e Melhor Licor na Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais.
Os resultados foram anunciados hoje e incluem mais distinções:
Entre os doces, há duas menções honrosas, para Castanha d'Ovos, da Casa dos Doces Conventuais, e para Nevada, da Pastelaria O Mosteiro (Lorvão).
A Compota de Uva Americana, das Monjas Cistercienses (Terras do Bouro), recebeu o prémio Melhor Compota, e o prémio Inovação Conventual foi para a Escola Profissional De Agricultura E Desenvolvimento Rural De Cister (EPADRC), com Pudim de Maçã Conventual.
A EPADRC recebeu ainda uma menção honrosa na categoria Inovação Conventual, com Cornucópia de Maçã de Alcobaça, o mesmo acontecendo com a Padaria do Marquês (Leiria), com Brisa do Bosque.
1º premio MELHOR DOCE CONVENTUAL
Queijinhos do Céu

1º premio MELHOR LICOR
Licor de Singeverga
Com estes premiados tem mais uma razão para visitar a Mostra Internacional de Doces e Licores Conventuais em Alcobaça.

Fonte: Região de Leiria
Boas Descobertas!!

Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais em Alcobaça

XVII Mostra Internacional de doces&licores conventuais


A Doçaria Conventual em Alcobaça é riquíssima e herdeira das tradições gastronómicas dos Monges e Monjas de Cister, senhores dos antigos Coutos de Alcobaça que, em mais de oito séculos de permanência na região, deixaram como marca de excelência a sua dedicação aos Doces Conventuais. São famosas as Cornucópias, o Pão-de-Ló de Alfeizerão, as Trouxas-de-=vos, a Ginja de Alcobaça, entre muitas outras iguarias.
Para poder apreciar e deliciar-se marque já na sua agenda: de 19 a 22 de Novembro, Alcobaça recebe a XVII Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais.
Este ano, a grande novidade do certame será o espetáculo de video mapping A LUZ DO AMOR, criado pelo atelier Ocubo.com, que vai preencher todos os 200 metros da fachada do Mosteiro de Alcobaça. Será a maior projecção do género numa única fachada feita em Portugal.
Este espectáculo consiste numa viagem pelo tempo, com base na fundação deste edifício, património histórico e cultural, desde a sua construção até aos dias de hoje, evidenciando o extraordinário papel dos monges da Ordem de Cister e a importância das suas atividades no desenvolvimento social, cultural e económico da região.
A integração do vídeo mapping na XVII Mostra Internacional de Doces & Licores celebra os 25 anos da classificação do Mosteiro de Santa Maria de Alcobaça como Património Mundial da UNESCO, no ano em se assinalam também os 900 anos da Casa Mãe da Ordem de Cister – a Abadia de Claraval, em França.
Promovido pelo Município de Alcobaça e pela Turismo Centro de Portugal, com o apoio da DGPC e do Mosteiro de Alcobaça, o video mapping A LUZ DO AMOR será um acontecimento inesquecível, uma oportunidade única de assistir a um grandioso espectáculo de luz, som e imagem.
Em pleno Mosteiro de Alcobaça, Património da Humanidade (UNESCO) e também uma das Sete Maravilhas de Portugal, poderá degustar o melhor do receituário conventual não só de Alcobaça mas, também, de outros mosteiros, conventos e pastelarias, tanto nacionais como internacionais. Destaque ainda para a estreia da doçaria da ilha da Madeira neste evento, fazendo-se representar pela Casa do Povo de Curral das Freiras, que vem apresentar as suas especialidades: Bolo de Mel, Bolo de Castanha, Broas, Bonecos de Massa, Doces de Castanha e Ginja e Pataniscas de Castanha.
Alcobaça, Cidade dos Doces Conventuais!
 Bilhetes (Maiores de 12)
1 dia: 1€
4 dias (pulseira livre trânsito): 2,5€
 Horários da XVII Mostra Internacional de Doces & Licores Conventuais  
  • 19 nov: 14h às 23h
  • 20 nov: 10h30 às 23h
  • 21 nov: 10h30 às 23h
  • 22 nov.: 10h30 às 20h
Horários de projeção do video mapping "A LUZ DO AMOR"
  • Quinta, 19 nov: 20h00, 21h00, 22h00 e 23h15
  • Sexta, 20 nov: 20h00, 21h00, 22h00 e 23h15
  • Sábado, 21 nov.: 20h00, 21h00, 22h00 e 23h15

Temos o Melhor Bolo-Rei e Rainha de Portugal

Pastelaria Alcôa, Atelier Doce e pastelaria Pires vencem prémios no concurso 'O Melhor Bolo-Rei de Portugal'

Duas pastelaria do concelho de Alcobaça e uma de Leiria receberam três prémios principais
A Pastelaria Alcôa, em Alcobaça, e o Atelier Doce, de Alfeizerão, no mesmo concelho, alcançaram os primeiros lugares do concurso O Melhor Bolo-Rei de Portugal. O primeiro espaço venceu o título de Melhor Bolo-Rei de Portugal e o alcançou o galardão de Melhor Bolo Rainha. Na categoria Inovação, o primeiro prémio foi entregue à pastelaria Pires, de Leiria.
Segundo o jornal Região de Cister, além do melhor Bolo-Rei e do melhor Bolo Rainha, a prova, que decorreu esta sexta-feira, na Quinta do Outeiro, em Tentúgal, apurou o Melhor Bolo-Rei Escangalhado, a Melhor Trança de Natal e o melhor produto Inovação.
Na categoria de Bolo-Rei Escangalhado o troféu foi entregue à pastelaria Vila Luena, de Vila Verde e a Trança de Natal foi atribuído à Mina da Estação, de S. João da Madeira.
Com o objectivo de premiar, promover, valorizar e divulgar o Bolo-Rei Português, a ACIP – Associação do Comércio e da Indústria de Panificação, Pastelaria e Similares contou com a colaboração de várias empresas do sector industrial de panificação e pastelaria.
Pastelaria Alcôa, Atelier Doce e pastelaria Pires vencem prémios no concurso 'O Melhor Bolo-Rei de Portugal'

Fonte: Jornal de Leiria

Habitantes de Leiria e Oeste são os 'mais satisfeitos com a vida'

A satisfação dos residentes varia entre os 60% no Oeste e os 74% na região de Leiria, que, já em 2014, no anterior inquérito, registava a maior percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos. Qualidade de vida, serviços de saúde e emprego ajudam
Já há algum tempo que se diz que Leiria é das melhores cidades para viver, devido à sua intensa vida cultural, eventos e animação. A região à volta, de Pombal a Caldas, também apresenta um elevado grau de desafogo e bem-estar económico. Agora, um estudo da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) confirma em dados o grau de satisfação desta zona do País.
Não há como dar a volta à questão. Os residentes na região Centro do País estão satisfeitos com a sua vida. A satisfação dos residentes varia entre os 60% no Oeste e os 74% na região de Leiria, que, já em 2014, no anterior inquérito, registava a maior percentagem de inquiridos globalmente satisfeitos.
Os dados foram avançados pela Agência Lusa, a partir da publicação do resultado de um inquérito promovido pela CCDRC, divulgado hoje.
Segundo o barómetro regional, 69% dos habitantes estão "globalmente satisfeitos", enquanto 8% estão "muito satisfeitos", 61% "satisfeitos", 17% "não muito satisfeitos" e 14% "nada satisfeitos".
Em comunicado, a CCDRC refere que, "face aos anos anteriores, destaca-se o acréscimo significativo da percentagem de inquiridos que se consideram 'satisfeitos' e, simultaneamente, o decréscimo dos 'não muito satisfeitos'".
"Estes são os melhores resultados das três edições deste inquérito efectuado para a Região Centro (69% contra 58% em 2014 e 61% em 2013), que superam os valores médios obtidos pelo Eurobarómetro (inquéritos realizados à escala europeia) para Portugal (57%), mas ainda aquém da avaliação média dos cidadãos europeus (80%), segundo os últimos dados disponíveis", lê-se na nota.
Para a presidente da CCDRC, Ana Abrunhosa, citada no comunicado, os resultados são muito positivos e evidenciam um grau de satisfação superior à média do País, que traduzem "uma melhoria face às vagas dos anos anteriores, ou seja, os cidadãos residentes na região reconhecem as vantagens de aqui viver".
"Esta situação reflecte a existência na Região Centro de boas condições em termos de qualidade de vida e que estão associadas aos serviços existentes, nomeadamente ao nível de saúde (aspecto muito valorizado pelos inquiridos), ao baixo desemprego quando comparado com as restantes regiões do país ou ainda à capacidade do mercado de trabalho ir absorvendo os trabalhadores com um elevado grau de qualificação", sublinhou.
O inquérito realizado a 500 pessoas com 15 ou mais anos revelou ainda que as mulheres se encontram menos satisfeitas do que os homens e que os mais jovens estão globalmente mais satisfeitos, notando-se uma alteração de padrão a partir dos 45 anos.
Os resultados mostram ainda que de entre todas as categorias de activos e inactivos, os estudantes são os mais satisfeitos e os reformados e os desempregados os mais insatisfeitos.
Por outro lado, o grau de satisfação aumenta com as habilitações escolares dos inquiridos, sendo os residentes com mestrado/doutoramento os mais satisfeitos e os residentes com o 1.º e 2.º ciclo de ensino os mais insatisfeitos.
Fonte: Jornal de Leiria/Lusa

Gastronomia de Leiria

Hoje vamos falar de gastronomia típica de Leiria, são produtos tão bons que só mesmo provando é que vão saber o quanto são muito bons.

Começamos com uma "Sopa Seca", deixamos aqui a receita:

Sopa Seca
Ingredientes:
  • 75 grs. de arroz
  • 1 molho de nabiças
  • 1 dl de azeite
  • 1,5 l de água
  • 300 grs. de broa
  • 1 morcela de arroz
Confecção:Põe-se uma panela com a água ao lume onde se mergulha a morcela.
Quando estiver a ferver, junta-se-lhe o arroz e ferve mais 15 minutos.
seguidamente, deitam-se as nabiças cortadas como se fosse para caldo verde.
Numa terrina ao lado, esfarela-se a broa, sobre a qual se lança o cozinhado.
Retira-se a morcela que se corta em rodelas e se serve à parte numa outra travessa.

Petiscos:
Um dos petiscos da região mais apreciados é a "Morcela de Arroz", a morcela de arroz é uma das iguarias mais características da Estremadura, que outrora se fazia na altura da matança. 
O sangue fresco do porco é temperado com sal e pimenta, e diluído com vinagre e vinho tinto.
Junta-se carne entremeada de porco, cortada em pedaços miúdos, alho, cebola, salsa, cominhos e cravinhos e deixa-se marinar durante cerca de oito horas, mexendo de vez em quando.
O arroz, cozido à parte e escorrido, é adicionado ao preparado. Enchem-se as tripas, depois de muito bem lavadas e esfregadas com limão. 
Podem ser servidas, após leve cozedura em água temperada com sal, louro e cebola.



Seguindo o prato principal, a "Chanfana de Chainça", Chainça é uma localidade perto de Fátima, onde este prato é muito apreciado por quem visita a nossa região.

Chanfana de Chainça
Ingredientes:
  • 1,5 kg de cabra velha (pode ser carneiro também velho, nunca releixo)
  • 2 ou 3 cebolas médias descascadas
  • 0,5 l de vinho tinto
  • 2 dl de bom azeite
  • 3 dentes grandes de alho
  • 1 ramo de salsa
  • 1 folha de louro sem a nervura do meio
  • sal q.b.
  • pimenta ou piripiri a gosto
  • 1 pitadinha de cravinho
  • fatias de pão caseiro
  • batatas miúdas ou grandes em quartos
Confecção: 

Com as carnes cortadas em pedaços grandes, faça-as marinar no vinho, com alho, a cebola cortada em rodelas grandes ou em quartos, a salsa, o cravinho, o louro e o picante, deixando tudo uma noite, pelos menos, em repouso.
Retire o molho, guardando-o numa tigela. Ponha a cebola e os alhos numa sertã com azeite e saltei-os juntando a carne até ficar bem loura. Depois vá-lhe juntando o molho da marinada e deixe cozer, o que leva bastante tempo para ficar bom. Vá rectificando os temperos se for necessário.
Numa terrina de louça ponha as fatias de pão acamadas, cobertas com a carne e depois lance-lhe o molho.
Tenha as batatas cozidas a jeito de as por nos pratos onde serve a chanfana, se assim o entender. Se não, coma-a simples que é muito boa.


Outras das iguarias também muito apreciadas, é o "Leitão à Boavista".

As Sobremesas, há muita variedade, é só escolher e saborear


Brisas do Lis
(doce conventual)

Ingredientes:
  • 6 ovos inteiros
  • 6 gemas
  • 125 g de amêndoas
  • 450 g de açúcar
Confecção:
Pelam-se e ralam-se as amêndoas.
Batem-se os ovos inteiros com as gemas e o açúcar até se obter um preparado fofo e esbranquiçado.
Adicionam-se as amêndoas e continua-se a bater até se obter uma mistura homogénea.
Em forminhas redondas muito bem untadas deita-se o preparado, que vai a cozer em forno moderadamente quente.
Quando mornas, desenformam-se e metem-se em caixinhas de papel frisado.


Luziclara_12



Pão-de-Ló-de-Alfeizerão
do livro - Sabores da Região Leiria/Fátima
Ingredientes:
  • 10 ovos inteiros
  • 30 gemas
  • 200g de farinha
  • 500g de açúcar
Confecção:
Mistura-se bem o açúcar, os ovos inteiros e as gemas
Bate-se bem até obter uma massa esbranquiçada.
Juntar a farinha para obter um envolvimento da massa.
Forram-se as formas com papel e deita-se-lhe a massa só até ao meio das formas.
Tapa-se com papel e coze-se .





Molotof de Leiria
Ingredientes:

Para o molotoff
  • 7 claras
  • 7 colheres de sopa de açúcar 
  • caramelo líquido (+ ou - 3 colheres de sopa)
Para o creme de gemas
  • 7 gemas
  •  4 colheres de sopa de açúcar (para não ficar muito doce)
  • 7 colheres de sopa de leite
Confecção:
Primeiro, tem-se o forno a aquecer (180º) durante 10 min. com um tabuleiro com água.
Depois, batem-se as claras em castelo bem firme numa taça grande de plástico (bater bem - sempre a andar com a máquina à roda), colocando-se SEM DEIXAR DE BATER, as colheres de sopa de açúcar (uma a uma).
Finalmente e ainda sempre a bater com a máquina, coloca-se o caramelo líquido, que se tem o cuidado de incorporar bem para fique todo o creme com uma cor acastanhada por igual.
Põe-se este creme de claras numa forma de buraco alta já bem untada de manteiga.
E põe-se a forma no forno dentro do tabuleiro com a água.
Vai a cozer exactamente 8 minutos, desligando-se o forno, abrindo a porta do forno e deixando repousar um pouco o Molotoff.
Passado uns 10 minutos, retira-se do forno.
Faz-se o creme: num tachinho tem-se as gemas, os açúcar e as colheres de leite.
Mistura-se bem e vai ao lume a engrossar (não demasiado!!). Desenforma-se o Molotoff num prato de vidro com cuidado, deixa-se arrefecer e quando o creme de gemas também estiver frio, cobre-se o Molotoff.
Leve ao frigorífico para ficar bem fresquinho.


Agora que ficaram com água na boca é só vir a Leiria e descobrir todas estas iguarias e muito mais.

Boas Descobertas!!!





Sé de Leiria

Sé de Leiria (século XVI) localiza-se no centro da cidade de Leiria.
Construída na sequência da criação da diocese de Leiria, esta importante catedral maneirista foi classificada como Monumento Nacional em Novembro de 2014.
A pedido de D. João III ao Papa Paulo III, a diocese de Leiria foi criada a 22 de Maio de 1545, dia em que se comemora o feriado municipal, na bula Pro Excellenti. Dadas as dimensões reduzidas dos templos então existentes em Leiria (igrejas de Nossa Senhora da Pena e São Pedro), tornou-se necessária a construção de um novo edifício, apropriado às novas exigências.
A Sé foi fundada em meados do século XVI pelo humanista Frei Brás de Barros, bispo de Leiria desde a criação da nova diocese. Começou a ser construída em 1559 com concepção e direcção da obra de Afonso Álvares. Em 1574, ano de consagração do templo, o Cabido passou da Igreja de São Pedro para a nova Catedral, ainda incompleta (na altura não dispunha de sacristia nem de outras dependências). Após a morte de Afonso Álvares, ocorrida em 1575, a direcção das obras terá sido assumida sucessivamente por Baltasar Álvares e por Frei João Turriano (outras obras de recuperação e beneficiação viriam a ser realizadas em séculos subsequentes).
O terramoto de 1755 provocou sérios danos na fachada principal, cuja reconstrução teve início no ano seguinte. Também devido aos efeitos do sismo, em 1772 foi construída uma nova torre sineira, em estilo barroco, no local de implantação inicial (afastada da Sé, junto a uma das antigas portas da muralha do castelo, a Porta do Sol). Durante as Invasões Francesas (1810), um incêndio levou à destruição parcial do interior da igreja.


Castelo de Leiria





O Castelo de Leiria foi mandado construir por D. Afonso Henriques, como forma de estabelecer uma linha defensiva contra os árabes, mas as suas guerras com a Galiza fizeram com que os árabes aproveitassem a deslocação dos exércitos do Condado Portucalense para o norte, para, por duas vezes, conseguirem apoderar-se de Leiria. Em 1142, depois de reconquistar definitiva Leiria, D. Afonso Henriques, mandou reforçar a as defesas do castelo e D. Sancho I, já por volta de 1195, mandou erguer as muralhas da cidade.   A importância desta cidade foi crescendo, tornando-se palco de actos importantes, como a reunião das primeiras cortes, convocadas por D. Afonso III, foi residência de D. Dinis e da rainha Santa Isabel, nova reunião de cortes no reinado de D. Fernando e D. JoãoI, celebra ali o casamento do seu filho D. Afonso, e também lançou os trabalhos de construção do novo Paço da Rainha.   Ao longo dos séculos o castelo foi perdendo progressivamente o valor militar e durante as invasões francesas foi bastante danificado, só em finais do século XIX, por iniciativa dos Amigos do Castelo, foram iniciadas obras de restauro e no início do século XX, foi classificado como Monumento Nacional.   Obras de recuperação deste monumento foram sendo executadas ao longo do século XX, algumas desfizeram trabalhos anteriores, considerados pouco rigorosos e ainda em 1990, foram realizadas intervenções.   O castelo foi construído sobre uma planta poligonal irregular, com sólidas muralhas e torres, tem no interior o Paço Real, a Igreja de Santa Maria da Pena e a Torre de Menagem.

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